Antes tímido e mais isolado, Henrique, de 9 anos, autista nível 2 de suporte, hoje conversa com os colegas e até canta em sala de aula. A evolução comemorada não só pela comunidade escolar, mas pela mãe, Miria Rodrigues Nunes, 41, revela a importância de um atendimento ainda pouco difundido no Brasil, mas que tem feito toda a diferença quando o assunto é educação inclusiva: o serviço do Profissional de Apoio Escolar (PAE), também chamado de cuidador de alunos com deficiência.


















