PROGRAMAÇÃO “PAREM DE NOS MATAR” CONSELHO DA MULHER E COLETIVOS
A Frente Feminista de São José do Rio Preto compartilha notícias sobre a programação “Parem de nos matar!”, que será realizada em diversos pontos da cidade dos dias 7 a 15 de março.
Contamos com seu apoio na divulgação e nos colocamos à disposição para entrevistas e/ou fornecer mais informações.
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‘Parem de nos matar’ é lema do março
pelas mulheres em Rio Preto
Coletivos feministas, Conselho das Mulheres e Prefeitura se unem para tratar de violência doméstica em diversas atividades pela cidade
Os coletivos feministas Ana Montenegro, Frida Kahlo, Juntas!, Lugar de Mulher é Onde Ela Quiser, Mulheres no Plural e UJS, o Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (C.M.D.M) e a Prefeitura de Rio Preto, por meio da Secretaria dos Direitos para Mulheres, Pessoa com Deficiência, Raça e Etnia, realizam de 7 a 15 de março em vários pontos da cidade a campanha “Parem de nos matar” adobe premiere pro cc herunterladen.
“É sempre desafiador fazer essa mobilização conjunta, mas também é encorajador, pois sabemos que estamos unidas por um mesmo objetivo: acabar com a violência doméstica e familiar contra as mulheres na nossa cidade”, declaram os coletivos feministas, que neste ano se organizaram numa chamada Frente Feminista de Rio Preto.
Dia de comemorações pelas conquistas alcançadas e de reivindicações contra o machismo e a desigualdade de gênero, o Dia Internacional da Mulher (8 de março) deste ano cai num domingo herunterladen. Por isso, as atividades começam na véspera, dia 7, e se estendem por uma semana.
“O mote da campanha, ‘Parem de nos matar’, foi definido por conta dos números alarmantes de feminicídio na nossa cidade. Em 2018, foram 11 ocorrências; cinco vezes mais que no ano anterior. Ainda que os números recuem, é absurdo que qualquer mulher, uma que seja, perca sua vida simplesmente por ser mulher”, defende a presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres, Sônia Paz herunterladen.
No dia 7, às 9h, haverá ato contra feminicídio na Praça Rui Barbosa e, às 13h, aula sobre a importância da luta feminista na história e nos dias de hoje, ministrada em escola estadual no Jardim Belo Horizonte.
A segunda-feira, dia 9, será de grande mobilização, com um convite para todos: “Vista-se de Preto contra o Feminicídio”. “Vamos repetir essa iniciativa visual que fizemos no ano passado e trouxe grande impacto, convidando a sociedade a se identificar com a questão e pensar o porquê dessa realidade trágica da violência e do assassinato de mulheres”, conta a secretária dos Direitos para Mulheres, Pessoa com Deficiência, Raça e Etnia, Maureen Leão Cury download acrobat reader for free.
No mesmo dia, haverá o lançamento da Patrulha Maria da Penha, iniciativa em que a Guarda Civil Municipal vai garantir mais segurança às mulheres asseguradas por medidas protetivas. À noite, às 19h, na Câmara Municipal, a defensora pública Graziele Carra Dias compartilha experiências em prol da mulher desenvolvidas no estado Mato Grosso do Sul herunterladen.
No dia 12, às 18h30, a Faceres abre suas portas para discutir se feminino e feminismo são contraditórios. Na sexta-feira, 13, às 9h, a Profa. Dra. Onilda Alves do Carmo palestra na sede da Secretaria da Mulher. No mesmo dia, às 17h, na Unesp, tem exibição do documentário “Chega de Fiu Fiu” para discutir a questão do assédio mac mail download.
Domingo, dia 15, tem a exposição “Não à violência doméstica”, um encontro com atrações diversas que acontece das 9h às 12h, no salão paroquial da Igreja Santa Edwirges, na Vila Toninho.
As atividades extrapolam março, pois o concurso de redações “Violência contra a mulher não é questão de opinião” está sendo organizado e será desenvolvido nos próximos meses download chess for free.
Toda a programação “Parem de nos matar” é gratuita e aberta ao público.
Violência contra a mulher em Rio Preto
Em 2019, São José do Rio Preto registrou 6 mortes de mulheres em decorrência de agressão. O número é inferior ao de 2018 – quando houve 11 vítimas e quintuplicou esse tipo de ocorrência em relação ao ano anterior -, mas ainda inadmissível pela gravidade da situação que aponta herunterladen.
Os dados são do SIM (Sistema de Informação de Mortalidade), que não permite que as mortes sejam qualificadas como feminicídio, mas apontam para o nexo entre os dados e a realidade.
O feminicídio é o estágio agudo da problemática da violência doméstica contra mulher, quase sempre continuada e agravada ao longo de anos herunterladen.
A cada dia, são registradas duas notificações de mulheres que sofreram algum tipo de agressão em Rio Preto. São agressões morais, psicológicas, econômicas, físicas e sexuais, registradas no SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), que agrega notificações oriundas das secretarias municipais de Saúde, da Mulher, de Assistência Social e da Educação.
Em 82% dos casos as ocorrências acontecem dentro das casas das vítimas, repetindo-se em 65% das vezes. Mais de 70% das vítimas têm entre 20 e 59 anos e em quase todas as ocorrências (68%) o agressor foi parceiro íntimo: marido, ex-marido, namorado, ex-namorado wsus files. A agressão física por força corporal, com tapas, socos e espancamentos, é a mais frequente.
CONFIRA DETALHES DA PROGRAMAÇÃO*
SERVIÇOS
7/3, às 9h, Ato “Parem de nos matar!”, na Praça Rui Barbosa – Responsável: Coletivos Juntas e Ana Montenegro
7/3, às 13h, Aula “A luta feminista, sua importância histórica e presente: como o feminismo se colocará contra o fascismo?”, na E.E. Profª Maria Galante Nora – Responsável: Coletivo Ana Montenegro
9/3, dia todo, Mobilização “Vista-se de preto contra o feminicídio”, na cidade como um todo – Responsável: Secretaria da Mulher
9/3, às 10h, Lançamento da Patrulha Maria da Penha, auditório do Parque Tecnológico (av. Abelardo Menezes, 1001) – Responsável: Secretaria da Mulher e GCM
9/3, às 19h, Palestra “Políticas Públicas, Enfrentamento à violência contra mulher e seus desafios Jurídicos”, com a defensora pública Graziele Carra Dias (MS), no auditório A do IBILCE/UNESP – Responsável: Coletivo Juntas
12/3, às 18h30, Palestra “O feminino e o feminismo são contraditórios?”, na sala 1 da Faceres – Responsável: Coletivos Ana Montenegro e Frida Kahlo
13/3, às 9h, Palestra “Mulheres e suas lutas”, com a Prof. Dra. Onilda Alves do Carmo, na sede da Secretaria da Mulher (rua Bernardino de Campos, 4075 – Bairro Redentora ) – Responsável: Secretaria da Mulher
13/3, às 17h, Cine debate: Documentário “Chega de Fiu Fiu”, no auditório A da Unesp – Responsável: Coletivo UJS
15/3, das 9h às 12h, Exposição “Não à violência doméstica”, no salão paroquial da Igreja Santa Edwirges (Vila Toninho) – Responsável: Coletivo Lugar de Mulher é Onde Ela Quiser.
* Sujeita a alterações.
Informações à imprensa exclusivamente pelos contatos:
Coletivos
Ana Montenegro: Flávia Benetti Castro – 17 99209-1952
Frida Kahlo: Marcela Alvarenga – 34 99203-9927
Juntas: Fabiana Pezzoti – 17 98810-2070
Lugar de Mulher é Onde Ela Quiser: Edna da Silva – 17 981224029
Mulheres no Plural: Mônica Galindo –17099233-5034
UJS: Marcella Trovão – 17 992461863
Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (C.M.D.M)
Presidente: Sônia Paz – 17 98162 0870
Secretaria dos Direitos para Mulheres, Pessoa com Deficiência, Raça e Etnia
Cecília Demian
E-mail: cdemian@riopreto.sp.gov.br
Telefone: 3203-1214 (1225


