LUÍS DILLAH EXALTA UMA ‘NOVA HUMANIDADE’ EM SEU TERCEIRO REGISTRO DE ESTÚDIO - Eloisa Mattos

LUÍS DILLAH EXALTA UMA ‘NOVA HUMANIDADE’ EM SEU TERCEIRO REGISTRO DE ESTÚDIO

Cantor, compositor e músico cuja carreira tem relação direta com os festivais do Brasil, o mineiro Luís Dillah exalta uma “nova humanidade” em seu terceiro registro de estúdio, o álbum “Pro Salto Ser Ainda Maior”, que será lançado na próxima quarta-feira, 9 de março, no Centro Cultural Gino de Biasi Filho, em Novo Horizonte, às 19h. O projeto foi contemplado com recursos da Lei Federal nº 14.017/2020 – Lei Aldir Blanc, de Novo Horizonte, de onde Luís é morador há quatro anos youtube videos downloaden online free.

Nas 13 faixas que dão vida ao seu novo projeto musical, o artista recorre à beleza de sua poesia e à força de sua musicalidade para refletir sobre as “mudanças íntimas” provocadas por questões importantes da dinâmica social contemporânea, como imigração, fome, guerras, transições planetárias e exploração do meio ambiente.

“É um trabalho que fala muito do momento em que todos nós estamos vivendo. Ele reflete o papel fundamental da música em aprofundar a realidade humana, de modo a mergulhar na alma das pessoas para trazer à tona um ‘novo ser’, um ser ligado a uma nova era, sem ritos ou sectarismos”, reflete Luís Dillah, que contou com inúmeros parceiros na feitura de “Pro Salto Ser Ainda Maior”, disco que evidencia o marca contemporânea e extremamente arrojada de sua identidade musical, fruto de um diálogo criativo entre a modernidade e a tradição, já que sua obra bebe na fonte do que há de mais popular e regional na música brasileira netflix app kostenlos downloaden.

Celebrando uma amizade que nasceu justamente nos bastidores dos festivais de MPB, Luís Dillah compôs “Rama” – o single de divulgação de seu terceiro disco – ao lado do maranhense Zeca Baleiro. Assinada pelos dois, a canção foi escolhida para anunciar a chegada de “Pro Salto Ser Ainda Maior”. Outras parcerias importantes do terceiro registro de estúdio do artista mineiro foram estabelecidas com Murilo Antunes (Clube da Esquina), na música “Sozinho no Deserto”; e com o músico, compositor, escritor e poeta Reynaldo Bessa (Prêmio Jabuti de poesia), em “Pra Ser Ainda Mais” schriftarten für mac herunterladen.

Responsável pela produção musical e pelos arranjos de “Pro Salto Ser Ainda Maior”, o maestro e produtor Swami Jr. assumiu o violão de sete cordas em “Eu Vim de Longe”, canção que ainda conta com participação especial do pianista, compositor e arranjador carioca Cristovão Bastos microsoft office herunterladen.

“A diretora de cultura de Novo Horizonte, Cristiane Zommerfelds, tem feito um trabalho diferenciado, interessado, com muita entrega e atenção a todos os artistas novohorizontinos. Deixo aqui meu obrigado. Quero agradecer, também, a Nádia Boffi, pela atenção e disponibilidade a todos nós que nos inscrevemos através da lei Aldir Blanc”, destaca Luís Dillah herunterladen.

TRAJETÓRIA

Mineiro radicado no interior paulista, mais precisamente em São José do Rio Preto, Luís Dillah tem sua origem musical centrada na viola. Neto de violeiro, herdeou desse instrumento um gosto musical eclético, que fez dele um pesquisador e um compositor que explora os ritmos mais densos da música popular brasileira zombs royale herunterladen. Sua música foi maturada nos festivais brasileiros, pelos quais conquistou amizades, parceiros e trabalhos ao lado de grandes nomes da MPB.

No início dos anos 1990, a vitória no Festival Música Nova Carrefour abriu as portas para o lançamento de seu primeiro registro de estúdio, “Que Nem Eu”, que contou com direção musical de nada menos que Zuza Homem de Mello. No mesmo festival, a título de curiosidade, Chico César ficou em terceiro lugar e Jorge Vercílo conquistou o troféu de melhor intérprete.

Compositor que abarca os regionalismos e a diversidade cultural que caracterizam a música popular brasileira, Luís Dillah já foi gravado por nomes referenciais do País, do mainstream à cena independente, entre eles Falamansa, Swing de Palha, Uakti, Tabinha, Trio Jirimum, Alexandre Az, Reco Bastos, Elton Ribeiro, Dinho Nascimento e Luís Salgado simap documents.

Teve a oportunidade de trabalhar ao lado de Pena Branca, que fazia dupla com Xavantinho, no show “Semente Caipira”, cujo CD foi contemplado com o Grammy Latino em 2003. Ainda produziu e participou do disco “Batom Vermelho”, grupo ForróQxote, que contou com participação da Banda de Pífanos da Caruaru, Cacau Arcoverde e Oswaldinho do Acordeon program to download from youtube videos for free.

No universo dos festivais, Luís Dillah acumula participações nos principais eventos do gênero, seja como concorrente ou como convidado especial, como ocorreu em 2010, quando o seu show “O Poder de Voar” marcou o encerramento do Festival Nacional de MPB de São José do Rio Preto, resultando na gravação do primeiro DVD de sua carreira. O talento do artista mineiro já foi reconhecido por festivais de cidades como Ilha Solteira (SP), Pereira Barreto (SP), Batatais (SP) Santa Rosa (RS), Catalão (GO) e Pinheiros (ES), além de várias edições do Fenac (Festival Nacional da Canção), de Minas Gerais tails herunterladen.

Outro ponto alto de sua produtiva carreira deu-se em 2017, quando ele participou de uma edição do programa “Sr. Brasil”, idealizado e apresentado por Rolando Boldrin na TV Cultura. No ano seguinte, ocupou o palco do Bar da Brahma em São Paulo, localizado no icônico cruzamento da Ipiranga com a Avenida São João canon bilder herunterladen.

A diversidade que pauta a trajetória musical do artista mineiro é materalizada em “Pro Salto Ser Ainda Maior”, o seu terceiro registro de estúdio, considerado pelo próprio Luís Dillah não um divisor de águas, mas o marco de um próspero e frutífero momento de sua carreira.

foto – Milena Áurea
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