Centro-Oeste leva fé, tradição e cultura pantaneira ao 62º Festival do Folclore de Olímpia - Eloisa Mattos

Centro-Oeste leva fé, tradição e cultura pantaneira ao 62º Festival do Folclore de Olímpia

Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul trazem a Olímpia a congada de Catalão, dedicada a Nossa Senhora do Rosário, ao lado dos grupos que preservam as danças e a fé do cerrado e do Pantanal
Olímpia, 30 de junho de 2026 — O Centro-Oeste chega à 62ª edição do Festival do Folclore de Olímpia (FEFOL) com três grupos de três estados: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Do berço da congada goiana às danças pantaneiras, a região leva ao palco do maior festival de folclore do país um recorte da cultura popular do cerrado e do Pantanal facebook fotos herunterladen sieht man das. O festival acontece de 1º a 9 de agosto, em Olímpia (SP), com entrada gratuita.
Realizado sem interrupção desde 1965, o FEFOL é um dos eventos de cultura popular mais longevos do Brasil. Todo mês de agosto, Olímpia se transforma no ponto de encontro das tradições de todo o país e, nesta edição, sob o tema “Aquele Abraço” e em celebração ao Jubileu de Alecrim, reúne mais de 70 grupos das cinco regiões google schriftarten herunterladen. Nesse palco, o Centro-Oeste apresenta um repertório forjado entre o cerrado e as águas do Pantanal, ainda pouco conhecido fora de suas fronteiras.
Goiás
De Goiás vem o Terno de Moçambique Nossa Senhora do Rosário, do bairro Nossa Senhora de Fátima, em Catalão, um dos maiores centros da congada no Brasil. Fundado por Leonardo Bueno em 2018, o grupo integra a tradicional Festa do Rosário, celebração que reúne diversos ternos de congo e de moçambique em louvor a Nossa Senhora do Rosário, padroeira à qual a maioria dos congadeiros é devota sims 3 inselparadies herunterladen. No moçambique, a fé afro-brasileira ganha corpo no compasso das caixas e dos tambores e na coreografia dos bastões, que marca o andar dos ternos pelas ruas da cidade. É uma das expressões mais fortes da religiosidade popular do cerrado goiano.
Mato Grosso
De Mato Grosso, Cáceres envia o Grupo Vitória Régia, associação cultural e artística que desde 2010 se dedica à valorização do folclore mato-grossense, com foco na cultura pantaneira skype voor windows 7 download for free. Verdadeiro embaixador da cultura do Pantanal, o grupo já representou o Brasil em festivais na Argentina, na Bolívia, no Chile, na Colômbia, no México, no Paraguai e no Peru, e foi o único grupo de Mato Grosso homenageado no FEFOL, em 2013. Em 2023, recebeu o Prêmio Mestre Lucindo pelo trabalho de valorização da cultura pantaneira. Mais do que um grupo de palco, o Vitória Régia leva oficinas gratuitas a escolas, creches, comunidades rurais e periferias de Cáceres, sustentando seu trabalho na economia criativa e em ações de inclusão map of northern Spain for free. Em Olímpia, apresenta a dança, a música e o imaginário de uma das regiões de maior biodiversidade do planeta.
Mato Grosso do Sul
De Mato Grosso do Sul, o Grupo Camalote, de Campo Grande, nasceu em 2003 de um curso para professores e se tornou um dos principais guardiões da cultura sul-mato-grossense. Reconhecido como Ponto de Cultura pelo IPHAN em 2008 e finalista, em 2012, do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade na categoria Salvaguarda de Bens de Natureza Imaterial, o grupo tem forte vocação educativa: boa parte de seus integrantes são professores que levam as danças folclóricas para dentro das escolas por meio do projeto “Camalote vai à escola” appen op smart tv philips. Seu repertório percorre as cirandas, o catira, o siriri, as polcas, os chamamés e as danças chaquenhas, além da representação da fé, das lendas regionais como o Minhocão e o Pé-de-Garrafa e do toro candil da fronteira com o Paraguai. A pesquisa da folclorista Marlei Sigrist é a base desse trabalho, que já subiu ao palco de Olímpia em outras edições do FEFOL.
Juntas, as três delegações do Centro-Oeste levam a Olímpia um Brasil de fé e de natureza whatsapp chat von google drive auf pc herunterladen. Da congada que ecoa nas ruas de Catalão às danças que nascem à beira dos rios pantaneiros, cada apresentação guarda a memória de comunidades que fizeram da cultura popular um modo de resistir e de pertencer.
“O Centro-Oeste chega ao FEFOL com o cerrado e o Pantanal no corpo e na voz. São tradições de fé e de natureza, da congada de Catalão às danças pantaneiras, que revelam um Brasil profundo, guardião de uma cultura riquíssima e ainda pouco conhecida do grande público”, afirma Priscila Foresti, secretária de Cultura e Defesa do Folclore de Olímpia john wick 3 download kostenlos.
“Quando o Pantanal e o cerrado sobem ao palco de Olímpia, o público descobre que o folclore brasileiro é muito maior do que imagina. Receber Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul é uma alegria que engrandece o nosso festival”, destaca o prefeito Geninho Zuliani.
62º Festival do Folclore de Olímpia (FEFOL)
Datas: 1º a 9 de agosto de 2026
Local: Recinto do Folclore “Professor José Sant’anna” — Av from instagram videos. Menina Moça, 800 — Olímpia/SP
Entrada gratuita
Canais oficiais: linktr.ee/folcloreolimpia
Sobre o 62º FEFOL
Sob o tema “Aquele Abraço”, o 62º Festival do Folclore de Olímpia acontece de 1º a 9 de agosto de 2026, no Recinto do Folclore “Professor José Sant’anna”, com entrada gratuita. A edição celebra o Jubileu de Alecrim e reúne mais de 70 grupos no elenco confirmado: mais de 50 vêm de 21 estados das cinco regiões do Brasil e outros 20 são de Olímpia, que segue como protagonista da própria festa lego katalog 2003 kostenlos. Desse conjunto, 17 estreiam no festival. Nos nove dias, são mais de 130 apresentações noturnas e cerca de 50 participações diurnas em escolas, ruas, comércio e espaços públicos, envolvendo cerca de 2.800 artistas, músicos e coordenadores. A organização estima receber 180 mil visitantes ao longo do evento. O FEFOL é uma realização da Prefeitura Municipal de Olímpia, por meio da Secretaria de Cultura e Defesa do Folclore, com apoio de projetos de incentivo cultural e parceiros.
www.eloisamattos.com