FIESP ENTREGA PROTETORES DE MÁSCARAS DESENVOLVIDOS EM PARCERIA COM O HOSPITAL DE BASE

Em movimento solidário iniciado em Rio Preto, FIESP entrega protetores de máscaras desenvolvidos em parceria com o Hospital de Base
Peças foram criadas para atender a todas as determinações necessárias solicitadas pelo Complexo Funfarme; nesta quarta-feira, 3 de junho, serão entregues mais 2 mil ‘face shields’, totalizando 4,5 mil equipamentos em prol dos profissionais de saúde
São José do Rio Preto, 1 de junho – Com peças criadas atendendo a todas as determinações estabelecidas pelo Hospital de Base (HB), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) entrega nesta quarta-feira, 3 de junho, às 9h, 2 mil protetores de máscaras, os chamados “face shield”, para o Complexo Funfarme, que engloba, além do HB, o Hospital da Criança e Maternidade (HCM) e outras unidades ms project herunterladen. No total, serão 4,5 mil equipamentos em prol dos profissionais de saúde.
As peças são parte de um movimento que começou em Rio Preto e que resultou na parceria entre a FIESP, unidades do SENAI e o Complexo Funfarme lutherbibel 2017 kostenlos herunterladen.
Diante da crescente demanda por Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os profissionais de saúde, a FIESP se colocou à disposição, com sua mão de obra e insumos, para a produção dos protetores dentro de todas as especificações que o Hospital de Base buscava free antivirus.
O modelo para a confecção do equipamento foi uma solicitação da chefe do serviço de terapia intensiva do HB, a doutora Suzana Lobo indie flower schriftart herunterladen. A partir de suas especificações, o projeto para o molde foi desenvolvido por membros da Rede do Movimento de Inovação e Startup de Rio Preto. O próximo passo foi buscar formas de produção herunterladen. Em um primeiro momento, em uma parceria com uma startup, os protetores começaram a ser confeccionados por impressoras 3D. No entanto, a produção de cada “face shield” levava em torno de seis horas volksbank id app herunterladen.
“Nós precisávamos buscar uma forma de agilizar a produção. Era uma questão de urgência. Foi quando buscamos a ajuda do SENAI de São Bernardo do Campo herunterladen. Com a autorização e o envolvimento direto do presidente da FIESP, Paulo Skaf, o centro de excelência em usinagem da unidade desenvolveu um molde em aço que serve como base para a criação dos protetores usando uma máquina injetora que temos nas nossas escolas”, conta Liszt Abdala, dirigente regional da FIESP zdfneo mediathek herunterladen.
Essas máquinas têm a capacidade de entregar entre 400 e 500 equipamentos por dia. Já quanto à matéria-prima para a produção, o SENAI contou com a doação de indústrias privadas herunterladen. “Esse é um trabalho que começou aqui em Rio Preto e que agora permite que a FIESP contribua com todo o Estado”, afirma Abdala.
Máscaras, uniformes e capotes – Além dos protetores, a entidade vem trabalhando diariamente na confecção de uniformes, capotes e máscaras em sua unidade da Escola Móvel de Confecção Industrial, uma carreta disponibilizada pela FIESP apenas para Rio Preto que está estacionada no próprio Hospital de Base whatsapp foto niet automatischen iphone.
Para atender à demanda, a carreta conta, atualmente, com 15 máquinas industriais e acaba de receber mais uma máquina interlock para acabamento nas peças, chegando a quatro equipamentos. “A produção é grande e o acabamento estava se tornando um gargalo. Então, conseguimos mais uma máquina para agilizar esse processo”, diz Abdala.
Geração de emprego – Ao todo 15 costureiras, entre alunas do SENAI e contratadas pelo HB, produzem, diariamente, 3,5 mil máscaras, 600 conjuntos de calça e blusa e 1,5 mil capotes. “Os capotes também são feitos dentro de um molde determinado pelo Hospital de Base, com um velcro atrás, permitindo que os profissionais de saúde tirem e descartem a peça sem ter nenhum contato”, diz o dirigente da FIESP.
Para a diretora administrativa do Hospital de Base, doutora Amália Tieco, essas ações são fundamentais para o trabalho desenvolvido dentro do complexo. “Principalmente pela escassez destes materiais hoje em dia no mercado. A iniciativa de trazer a escola móvel para produção de máscaras e equipamentos de proteção individual (EPI) é importantíssima. Para se ter uma noção, o Complexo Funfarme está com um consumo de 25 mil máscaras por dia. Parcerias como esta, com a FIESP, são essenciais para o sucesso no enfrentamento da Covid.”
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